Gengivite, a inflamação silenciosa

A gengivite é uma inflamação na gengiva que, embora comum, não deve ser ignorada. Trata-se da fase inicial da doença periodontal, e quando diagnosticada precocemente, tem tratamento simples e eficaz.

“No início, as minhas gengivas sangravam sempre que eu escovava os dentes, e o mau hálito incomodava-me muito. Mesmo assim, demorei a procurar ajuda. Só mais tarde decidi consultar um dentista e, então, descobri que se tratava de gengivite.”

Identifica-se com isto?

A gengivite é uma inflamação na gengiva que, embora comum, não devemos ignorar. Ela representa a fase inicial da doença periodontal e, quando diagnosticada precocemente, podemos tratá-la de forma simples e eficaz. Portanto, é essencial ficarmos atentos aos primeiros sinais para evitar complicações mais graves no futuro.

Causas da Gengivite

A principal causa da gengivite é a acumulação de placa bacteriana — uma película pegajosa e invisível formada por restos de alimentos e bactérias. Com o passar do tempo, caso não seja removida com a escovagem e o uso do fio dental, essa placa acaba-se transformando em tártaro, o qual irritará a gengiva e, consequentemente, iniciará o processo inflamatório.

No entanto, existem outros fatores que podem contribuir:

  • A principal causa adicional é a higiene oral deficiente.
  • O tabagismo também é um fator agravante
  • Alterações hormonais, como as que ocorrem durante a gravidez, puberdade ou menopausa
  • Condições sistémicas como o diabetes
  • Stress
  • O uso de alguns medicamentos
  • Por último, a baixa imunidade

Sintomas mais comuns

Mesmo sem causar dor intensa, a gengivite dá sinais e o corpo fala.

Começa com sangramento na escovagem ou ao usar fio dental.
Logo aparecem gengivas vermelhas, inchadas e sensíveis.
O mau hálito constante é outro alerta frequente.
Com o tempo, a gengiva pode retrair, deixando os dentes com aparência mais longa.
E por fim, pode surgir um gosto metálico na boca.

Se você nota algum desses sintomas, é hora de procurar orientação profissional.

Riscos de não tratar a gengivite

Se a gengivite não for tratada a tempo, pode evoluir para periodontite, uma forma mais grave da doença periodontal. Nesse caso, ocorre a destruição dos tecidos de suporte dos dentes (gengiva, osso e ligamento), o que pode levar à mobilidade dentária e até à perda dos dentes.

Além disso, estudos mostram que as doenças gengivais não tratadas podem estar associadas a problemas sistémicos, tais como doenças cardíacas, diabetes descompensada e complicações na gravidez.

Tratamento e prevenção

Felizmente, a gengivite pode ser revertida com um tratamento simples e eficaz, desde que diagnosticada precocemente.

Os passos incluem:

  1. Limpeza profissional (profilaxia) realizada pelo dentista para remover placa e tártaro
  2. Melhora na higiene oral em casa, com escovação correta e uso diário do fio dental
  3. Orientação personalizada sobre técnicas de escovagem e cuidados com a gengiva
  4. Acompanhamento periódico com o dentista, especialmente se houver fatores de risco

Para prevenir a gengivite, adote alguns cuidados diários. Em primeiro lugar, escove os dentes pelo menos duas vezes ao dia com uma escova de cerdas macias. Depois, use o fio dentário todos os dias para remover os resíduos que a escova não alcança. Além disso, evite fumar, já que o cigarro contribui para o desenvolvimento de doenças gengivais. Mantenha uma alimentação equilibrada, pois ela favorece não apenas a sua saúde oral, mas também a sua saúde de forma geral. E, por fim, visite o dentista regularmente para fazer avaliações e limpezas profissionais.

Agende sua consulta

Portanto, se está com as gengivas sensíveis, sangramento ou mau hálito persistente, não adie a sua visita ao dentista. Com o tratamento adequado, é possível restaurar a saúde das gengivas e evitar que o problema evolua. Lembre-se, a prevenção e o cuidado contínuo são essenciais para manter um sorriso saudável e livre de complicações.

Agende aqui a sua consulta com um dentista.

Abcesso dentário, definição, sintomas e tipos

Um abcesso dentário é uma acumulação de pus causada por infecção, que pode crescer e causar dor intensa se não for tratado a tempo.

abcesso ou abscesso dentário surge devido à contaminação por bactérias que invadem e infetam a polpa dentária.

A cárie dentária tem uma grande incidência entre a população e uma das complicações  possíveis é o abcesso dentário.

Um abcesso dentário  é uma acumulação de pus que forma uma bolsa, resultante de uma infeção dentária.

Normalmente tem a forma de uma bolsa visível com aspeto de “caroço, cisto ou bolha na gengiva ” ou de “pequena bola branca ou de cor esbranquiçada e de conteúdo purulento.

Embora seja referido como um abcesso ou abscesso no dente, devido à sua origem, este acaba por se evidenciar na gengiva adjacente ao dente com infeção.

Quais são os sintomas de um abcesso dentário?

Habitualmente, na presença de uma infeção, o organismo reage revelando sintomas que não se limitam à zona afetada. Temos então os seguintes sinais e sintomas:

  • Dor nos dentes, latejante e contínua no dente ou área da gengiva afetada, que pode intensificar ou ser mais acentuada quando mastiga;
  • Gânglios do pescoço inchados (hipertrofiados);
  • Sensação de pressão na zona afetada;
  • Inflamação da gengiva (gengivite), vermelhidão, ou “inchaço das gengivas”;
  • Sensibilidade nos dentes através do toque, ou na presença de temperaturas extremas – quente ou frio;
  • Halitose (mau hálito) ou sabor amargo na boca;
  • Inquietação ou sensação de mal-estar;
  • Desconforto geral;
  • Presença de “inchaço” no maxilar superior ou inferior, podendo ficar o “rosto inchado”
  • Febre e arrepios;
  • Vómitos;
  • Problemas gastrointestinais.

Tipos de abcessos dentários

No que diz respeito à Medicina Dentária temos então dois tipos de abcessos:

  • Abcessos periapicais, são acumulações de infeção junto à raiz de um dente.
  • Abcessos periodontais, são abcessos que se desenvolvem devido a uma infeção nas gengivas;

Abcesso periapical

abcesso periapical, aparece na fase inicial e localiza-se internamente, com início na zona apical do dente (ápice ou término da raiz), ou seja, ainda dentro do osso maxilar, e como tal, este abscesso na raiz do dente não será ainda evidente.

A bolsa de pus vai  aumentando internamente, nos tecidos periodontais, até aumentar de tamanho e ficar percetível externamente, caso não drene, o que se traduz então na presença visível do abscesso (abscesso periapical sem fístula).

Se o abcesso acabar por drenar de forma expontânea, irá originar uma abertura (fístula) na superfície dos tecidos moles, por onde sairá a maior parte do pus acumulado (abscesso periapical com fístula), diminuindo assim rapidamente de volume.

Não significa, no entanto, que a infeção esteja tratada, pois não havendo qualquer tratamento posterior, acaba por evoluir para uma situação de abscesso periapical crónico.

Abcesso periodontal

Quando um abcesso periodontal atinge o periodonto, isso indica que os tecidos de suporte dos dentes estão comprometidos. Geralmente, isso ocorre como consequência da evolução de uma condição de periodontite (ou piorreia) já existente. Além disso, o problema pode estar associado a dentes semi-inclusos, como no caso da pericoronarite, situação muito comum durante a erupção dos dentes do siso.

Esses abscessos, por outro lado, quando envolvem apenas a gengiva (como no abscesso gengival ou abscesso na gengiva), tendem a se localizar na área das papilas interdentárias. Esta é a porção da gengiva que preenche o espaço entre dois dentes adjacentes, também chamado de espaço interdental, bem como na gengiva marginal, que fica próxima aos dentes.

Um abcesso periodontal agudo implica normalmente dor intensa, edema, pus e vermelhidão, mas o seu tratamento atempado, evita que os dentes adjacentes sejam afetados.

Deve ter em conta que os abcessos são problemas sérios que devem ser tratados, mesmo que a dor diminua com o tempo, não deve deixar de consultar o seu médico dentista pois a infeção pode permanecer ativa, levando a complicações ainda mais graves.

Em situações raras, originam manifestações sistémicas, isto é, para além da zona, que podem ser do foro cardíaco e chegar até ao ponto de uma septicemia, verificando-se uma propagação desses micróbios através dos sistemas linfático e arterial. Nestas circunstâncias, embora excepcionais, podem levar à morte do paciente.

Um abcesso dentário prejudica um tratamento com implantes? 

Sim, prejudica. Em caso de abcesso dentário deve consultar o seu médico dentista, e proceder a um diagnóstico e tratamento.

Tenho um abcesso dentário, o que fazer? 

Deve consultar um Médico Dentista.

Centro Clínico São Cristóvão

Em casos de abcessos avançados, se sentir náuseas, vómitos, febre ou diarreia, deve consultar o seu médico com urgência! O doente não deverá em situação alguma, automedicar-se!

Para agendar a sua consulta , ligue 915 307 915, 214 944 231 ou 214 925 682. Ou em alternativa, envie-nos um email  e nós contactamos.

Somos a sua clinica dentária na Amadora. Conte connosco!

Doença periodontal, a influência da dieta

Descubra tudo sobre periodontite ou doença periodontal, o que é e como prevenir. Informações essenciais para cuidar da sua saúde oral e evitar complicações.

 A periodontite, ou doença periodontal, é uma patologia silenciosa que pode surgir quando a gengivite não é tratada. Com o tempo, ataca os tecidos de sustentação e proteção dos dentes. Por isso, é fundamental manter uma boa saúde oral, o que contribui diretamente para o bem-estar de todo o seu corpo.

Também conhecida como piorreia, a periodontite é uma doença oral grave, representando a fase final na progressão da doença das gengivas. Diferentemente da gengivite, que é reversível, a periodontite é irreversível e frequentemente resulta em consequências graves e duradouras no aspeto dos seus dentes e gengivas.

Como a dieta influencia na saúde periodontal

A alimentação desempenha um papel fundamental na manutenção da saúde oral, especialmente no que diz respeito à prevenção de doenças periodontais. Em primeiro lugar, a deficiência de nutrientes é um fator que compromete diretamente a integridade das gengivas. Baixos níveis de vitamina C, por exemplo, enfraquecem os tecidos gengivais e reduzem a capacidade do organismo de reparar danos, favorecendo inflamações. Além disso, a falta de vitaminas do complexo B, vitamina D, cálcio e zinco também afeta negativamente a saúde oral, tornando as gengivas mais vulneráveis a infecções.

Por outro lado, uma alimentação rica em açúcar e hidratos de carbono refinados cria um ambiente favorável ao crescimento de bactérias nocivas na boca. Esses alimentos contribuem para a produção de ácidos que atacam os tecidos gengivais e promovem a formação de placa bacteriana, principal causa da gengivite e da periodontite.

Além disso, o baixo consumo de frutas, vegetais e alimentos antioxidantes prejudica a capacidade do organismo de combater a inflamação. Esses alimentos são fontes importantes de substâncias que fortalecem o sistema imunológico e ajudam na regeneração dos tecidos.

Doença periodontal: a importância de uma vida saudável

Uma vida saudável desempenha papel essencial na prevenção e no controle da doença periodontal.
 
Além disso, hábitos como não fumar, controlar doenças sistémicas como a diabetes, manter níveis baixos de stress e realizar boa higiene oral (escovagem, uso de fio dental e visitas regulares ao dentista) são decisivos para evitar o avanço da periodontite, que pode levar à perda dentária.
 
Assim, a saúde periodontal não depende apenas da escova de dentes, ela reflete o cuidado com o corpo como um todo.

Junte-se à nossa comunidade no Facebook! Siga as nossas dicas de saúde oral.

Endodontia ou desvitalização: qual a diferença?

ENDODONTIA

Você já ouviu falar em desvitalização ou endodontia?

A Endodontia é a especialidade da Medicina Dentária que trata a parte interna dos dentes, incluindo a polpa, nervos, vasos sanguíneos e a área próxima às raízes.

As pessoas chamam vulgarmente este tratamento de desvitalização ou tratamento de canal, mas, na verdade, ele consiste em limpar o interior do dente. Muitas vezes, confundem este procedimento com a remoção do nervo.

Além disso, é importante perceber que o termo “desvitalização” nem sempre se aplica corretamente. Em muitos casos, o dente já não está vivo (vital), por isso, a Endodontia nesses casos não envolve realmente uma desvitalização.

Endodontia: em que se baseia esta intervenção? 

No tratamento endodôntico, o dentista remove a polpa inflamada ou infeccionada dos canais radiculares. Em seguida, desinfeta os canais e preenche-os com um material biocompatível que bloqueia a proliferação de bactérias. Com esta abordagem, o profissional previne infecções futuras e ajuda a preservar a saúde dentária. Após o procedimento, o paciente geralmente percebe a redução ou o desaparecimento da dor, sinal de que o tratamento foi eficaz.

A endodontia pode não resultar?

Sim, a endodontia pode, por vezes, não resultar como esperado. Embora muitos tratamentos eliminem a dor e preservem o dente, algumas situações levam à falha do procedimento. Por exemplo, se não eliminarmos completamente a infeção, ela pode persistir e causar problemas futuros.

Além disso, a anatomia complexa dos canais radiculares dificulta a limpeza adequada. Também, a reabsorção radicular pode comprometer a viabilidade do tratamento, pois o corpo começa a eliminar o dente.

Quando o dente está muito danificado ou apresenta fraturas significativas, a eficácia do tratamento diminui. Por fim, se não restaurarmos o dente após o tratamento, ele fica vulnerável a novas cáries ou fraturas.

Por isso, você deve seguir as recomendações do dentista, realizar restaurações adequadas e comparecer a consultas regulares para monitorar a saúde do dente tratado.

Sinais que indicam a necessidade de uma desvitalização

Alguns sintomas podem alertá-lo de que uma desvitalização pode ser necessária, como:

  • Sensibilidade a alimentos quentes e frios;
  • Dor aguda ao trincar;
  • Cárie profunda, que apresenta uma grande incidência na população e se torna a principal causa para a necessidade de desvitalizar os dentes;
  • Ferimento que crie um abcesso (infeção) no osso;
  • Complicações de origem traumática (pancada, queda).

A endodontia justifica-se essencialmente nos casos em que a polpa ou o nervo dentário são afetados. Em algumas situações, a desvitalização pode evitar extrações desnecessárias e preservar o dente natural.

Vantagens do tratamento

Consoante o caso, o seu dente pode estar afetado por um quadro de fratura ou cárie avançada, o que pode colocar em risco a polpa dentária, que é formada por vasos sanguíneos e fibras nervosas. Portanto, caso este cenário se comprove, a intervenção torna-se indispensável para impedir que essa parte interna seja prejudicada. Mas quais são os benefícios deste tratamento?

Em primeiro lugar, previne a extração dentária, permitindo assim que o dente permaneça na sua boca, sem sintomatologia. Além disso, este tratamento ajuda a prevenir lesões de dimensões variadas que podem afetar não só o dente em causa, mas também outras áreas envolventes, como, por exemplo, o osso alveolar. Por fim, ele pode evitar, no futuro, tratamentos dispendiosos, como o implante dentário para substituir o dente extraído.

Duração do tratamento de endodontia 

A desvitalização é realizada, normalmente, em várias sessões, embora, em determinados casos, possa ser feita em uma única sessão. Essas múltiplas sessões ajudam a avaliar  a reação do dente ao tratamento.

No final do tratamento, o dentista geralmente restaura o dente com um material provisório até que a reabilitação definitiva ocorra o mais brevemente possível, a fim de evitar contaminação ou fratura do dente.

A restauração dos dentes poderá ser feita de forma directa ou indirecta (overlay ou coroa fixa), dependendo da extensão da cavidade.

Dente desvitalizado, quanto tempo pode durar?

A durabilidade de um dente desvitalizado varia de caso para caso, ou seja, muitos fatores podem influenciar a sua durabilidade. Entre eles destacamos:

  • O estado inicial do dente
  • O tipo de restauração
  • A higiene oral

Um tratamento de endodontia gera efeitos permanentes; portanto, o dente não deve voltar a ser foco de dor ou incómodo. No entanto, se continuar a sentir dor ou tem sensibilidade dentária, consulte um médico dentista imediatamente. Não permita que o problema se agrave nem corra riscos desnecessários.

Um dente desvitalizado pode partir? 

Sim, um dente desvitalizado pode partir-se. Embora o tratamento de endodontia salve o dente, ele também o torna mais frágil. Ao remover a polpa dentária, que contém nervos e vasos sanguíneos,  o dentista compromete parte da estrutura interna do dente. Como resultado, o dente fica mais suscetível a fraturas, sobretudo se o paciente não fizer os cuidados adequados ou não realizar as restaurações recomendadas.

Para reduzir o risco de fraturas num dente desvitalizado, deve restaurar o dente , manter uma boa higiene oral, evitar hábitos nocivos e realizar consultas regulares para monitorizar a saúde dentária.

 

 

Segue-nos no Facebook e junta-te a nós! Partilhamos dicas úteis de saúde oral todas as semanas, aprende como cuidar melhor do teu sorriso todos os dias.

Periodontite, as causas da doença

Como prevenir a periodontite?

A periodontite é uma doença inflamatória grave que afeta as gengivas e os tecidos de suporte dos dentes. Embora a má higiene oral seja a principal causa, diversos fatores podem acelerar o seu desenvolvimento e agravar o quadro clínico. Entre eles, destacam-se o tabagismo, doenças sistémicas como a diabetes, alterações hormonais, predisposição genética e até o stress.

Compreender esses fatores é essencial para prevenir a progressão da doença e garantir um tratamento eficaz. Explicamos agora o que pode aumentar o risco de periodontite e como agir a tempo.

Saiba o que pode acelerar a evolução da periodontite

A acumulação bacteriana dá origem à periodontite, mas quais são os fatores que a potenciam?

  • Tabagismo: fumar reduz a circulação nas gengivas, dificulta a cicatrização e o combate às infeções
  • Diabetes: quem sofre de diabetes têm mais tendência a desenvolver infeções nas gengivas;
  • Má higiene oral: escove os dentes após as refeições e complemente com colutório, fio dental e escovilhões. Além disso, faça uma limpeza profissional pelo menos  de 6 em 6 meses ;
  • Alterações hormonais: principalmente em mulheres, produzem uma maior sensibilidade nas gengivas. Se você não tratar essa sensibilidade adequadamente a tempo e ela evoluir para gengivite, sendo muito provável que a condição se agrave, evoluindo para uma periodontite;
  • Predisposição genética: algumas pessoas têm predisposição genética à periodontite, mesmo com boa higiene oral
  • Xerostomia: A boca seca aumenta o risco de infeções, já que a saliva protege a cavidade oral;
  • Uma dieta desequilibrada e um estilo de vida pouco saudável
  • Stress (O stress pode enfraquecer a imunidade e causar hábitos que prejudicam a saúde periodontal);
  • Uso de Medicamentos: alguns medicamentos podem reduzir a produção de saliva, o que é importante para neutralizar ácidos e ajudar a controlar a acumulação de bactérias.

A periodontite tem cura ?

Na maioria dos casos, o tratamento cura a doença, especialmente quando iniciado nas fases iniciais. No entanto, tratar a periodontite em estágios avançados pode resultar na perda do dente.

Por outro lado, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre essa condição. Por isso, não espere mais. É fundamental esclarecer suas questões para compreender os riscos e reconhecer a importância da prevenção.

Estamos aqui para ajudar você a cuidar do seu sorriso!

Agende já a sua consulta de avaliação.

Centro Clínico São Cristóvão

Ligue 915 307 915  ou 214 944 231 ou 214 925 682.

Ou em alternativa, envie-nos um email  e nós contactamos.

Periodontia na medicina dentária

periodontia

A periodontia ou periodontologia é a área da Medicina Dentária que se dedica à prevenção e ao tratamento das doenças que afetam os tecidos que suportam os dentes, sobretudo, isso inclui as gengivas, o osso e os ligamentos.

O principal objetivo da Periodontologia clínica é devolver ao paciente a sua saúde periodontal, prevenindo complicações futuras e melhorando a qualidade de vida.

Periodontologia: recuperando a saúde das suas gengivas

O principal objetivo da Periodontologia clínica é devolver ao paciente a sua saúde periodontal, garantindo dentes fortes, gengivas saudáveis e sorriso bonito.

Para isso, o dentista atua diretamente na prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças que afetam os tecidos de suporte dos dentes, como a gengiva e o osso alveolar; além disso, ao restaurar a saúde gengival, o tratamento periodontal contribui significativamente para o bem-estar geral do paciente, melhorando a mastigação, a estética do sorriso e até a autoconfiança.

Portanto, identificar os primeiros sinais da doença periodontal e procurar acompanhamento especializado são passos fundamentais para manter a saúde oral em dia.

Periodontia em Crianças

A periodontia também é fundamental para as crianças, pois os cuidados com as gengivas e os tecidos que sustentam os dentes devem começar desde cedo. Mesmo que problemas periodontais sejam mais comuns em adultos, a gengivite infantil pode surgir devido à má higiene, causando inflamação e desconforto.

Por isso, é essencial que os pequenos aprendam bons hábitos de higiene oral, como escovação correta e uso do fio dental, além de realizar consultas regulares ao dentista. O acompanhamento precoce ajuda a prevenir doenças periodontais e garantir um desenvolvimento saudável da boca.

Periodontia – Prevenir é importante

Agende já a sua consulta de Periodontia no Centro Clínico São Cristóvão, a sua clínica de confiança na Amadora. Ligue para: 915 307 915 e cuide do seu sorriso hoje mesmo! Além disso, junte-se à nossa comunidade no Facebook e acompanhe dicas de saúde oral e novidades. Esperamos por si!

 

Centro Clinico S. Cristóvão